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O que é Bitcoin e como usar em meu negócio?

O bitcoin, também conhecido como moeda do futuro, já é uma realidade em todo o mundo e, também, no Brasil.

Nos últimos meses o tema ganhou destaque nos noticiários pela valorização crescente. Apenas para se ter uma ideia em dezembro, a moeda chegou a ser negociada a R$ 42 mil pelas agências que a comercializam no Brasil.

Um dos motivadores do crescimento é a falta de tributações e de burocracias nas transações com bitcoin, afinal, a criptomoeda não está vinculada a nenhum órgão governamental ou instituição financeira.

Assim, qualquer pessoa pode comprar e realizar transações com bitcoins, seja por conta própria – através de investimentos em equipamentos para adquirir as moedas; ou através da compra nas agências que comercializam as moedas virtuais.

E, não se assuste, o comprador não precisa desembolsar um grande de volume de dinheiro real de uma só vez. A moeda pode ser vendida de forma fracionada nos chamados Milibitcoin (fração por mil) ou Microbitcoin (fração por milhão).

 

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Mas o que é o Bitcoin?

É uma moeda virtual, chamada também de criptomoeda. Trata-se de um uma unidade de valor que não é física e nem regulada pelo sistema monetário.

O Bitcoin, é gerado a partir do resultado de complexo sistema de cálculos computacionais, que demandam computadores de alta capacidade de processamento.

Atualmente é gerado um novo bloco de Bitcoins a cada seis horas, volume que tende se reduzir de forma escalonada até chegar ao limite de 21 milhões de Bitcoins em 2140.

Em tese qualquer pessoa pode “mineirar” (no jargão popular da criptomoeda) Bitcoins, mas para isso é necessário o investimento em computadores capacitados para os cálculos.

Outra forma de adquirir os bitcoins é realizando a compra através das agências que comercializam a criptomoeda.

Mas como se utiliza a moeda virtual?

Da mesma forma que demais modelos de aquisição de crédito, é preciso ter um cadastro e uma conta registrada em algum sistema de Bitcoin.

A moeda pode ser acessada por meio de aplicativos ou programas de computador, que funcionam como uma “carteira eletrônica”, que permitem transações, validadas e autenticas.

A diferença é que Bitcoin não está vinculado a uma instituição financeira, por isso tem flutuação própria e é livre de tributações.

Ou seja, se o comprador adquirir um Bitcoin como investimento ele pode valorizar ou depreciar como uma ação ou commodities, como minério, ouro ou petróleo.

Posso usar o bitcoin em meu negócio?

Saindo do âmbito de investimento, a criptomoeda tem se tornado corriqueira para compras e, até mesmo, para pagamento de contas, entre pessoas e empresas.

Só para ter uma ideia, desde Microsoft até bares, restaurantes e contabilidades já utilizam o Bitcoin para recebimento, assim como outros tipos de negócios de vários portes e segmentos.

Mas, vale lembrar que a empresa que optar pelo recebimento da criptomoeda  deverá expressar os seus valores em Reais e não em Bitcoin, pois isso representaria uma infração.

O que diz a legislação?

Atualmente o Bitcoin, assim como demais modelos de criptomoedas não têm nenhum tipo de regulamentação, tributação ou regra governamental de uso.

No Japão, onde supostamente o Bitcoin foi criado e um dos mercados onde há a maior movimentação da criptomoeda, a unidade foi reconhecida como moeda corrente e regulamentada pelo seu Banco Central. Outros países asiáticos como Cingapura também já reconhecem o Bitcoin como moeda corrente.

Na Europa, entidades reguladoras têm aquecido o debate sobre a popularidade das criptomoedas. O Banco Central Europeu afirma que a crescente da moeda não impacta de forma expressiva na economia do bloco e defende a criação de mecanismos para seu uso.

No Brasil, o Bitcoin não é considerado como moeda nos marcos regulatórios. No entanto, a Receita Federal já equipara o Bitcoin a um ativo financeiro, que precisa ser declarado na “Ficha de Bens e Direitos”, como “Outros Bens.

Seja como for, o Bitcoin representa mais uma revolução do mundo conectado que se emergiu nos últimos 20 anos. E, como o Uber, promete modificar o sistema financeiro.

Para quem duvida se é ou não um bom negócio, vale recodar da primeira transação com a moeda realizada em 2008.

Na época, para comprar duas pizzas, no valor de US$ 40, foram gastos 10 mil Bitcoins.  Daí já dá para ter uma noção de quanto ela se valorizou de lá para cá.

 

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Sobre o Autor
Felipe Drummond